Alimento-me de todo movimento
E da inatividade.
De tudo que respiro,
De prisão à liberdade.
Tudo é via, tudo é forma, tudo é prato...
De concreto ao abstrato,
Tudo pode nos servir.
Vendo, sentindo... ouvindo,
Mastigando, ruminando...
Engolindo objeto e ar.
Do visível que vai à mão, à mesa,
Ao que não podemos palpar.
Com silêncio, com ciência...
De alegria a sofrimento,
Tudo mina alimento.